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MADALENA

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Ficção | 85 min | Brasil

Gênero: Drama 
Formato: HD

Aspect Ratio: 2.35: 1

Elenco

Natália Mazarim
Rafael de Bona
Pamella Yule
Chloe Milan

 


Equipe

Direção: Madiano Marcheti
Produção: Beatriz Martins, Joel Pizzini, Clélia Bessa, Sérgio Pedrosa e Marcos Pieri

Roteiro: Madiano Marcheti, Thiago Gallego, Thiago Ortman and Tiago Coelho
Fotografia: Guilherme Tostes and Tiago Rios

Som: Ana Luiza Penna

Direção de Arte: Rocio Moure
Montagem: Lia Kulakauskas
Edição e mixagem: Bernardo Uzeda
Música: Junior Marcheti

Consultora de rorteiro: Helena Vieira

Produtoras:  Pólo Filme e Raccord Produções

CoprodutorasTerceira Margem e Viralata

Apoio: Canal Brasil e Projeto Paradiso

Distribuidora: Vitrine Filmes

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Financiamento

BRDE/FSA – PRODECINE – Produção Cinema – 01/2015

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WIPs, Labs, mercados e eventos

Films in Progress | 36 Donostia-San Sebastián International Film Festival

Films in Progress | Ventana Sur 2019

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Entre as vidas de Luziane, Cristiano e Bianca há pouca coisa em comum além do fato de viverem em uma pequena cidade cercada de plantações de soja no interior do Brasil. Embora não se conheçam, os três são afetados pelo desaparecimento de Madalena. Em regiões diferentes da cidade, cada um deles encontra seu modo de responder a essa ausência.

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Nota do diretor​

Uma forte onda conservadora atinge o Brasil. A política é guiada pelo medo, exacerbando violências contra corpos ditos desviantes. Seguimos sendo o país que mais mata transexuais. Para além da crise político-econômica, há uma crise afetiva. Superá-la requer um restabelecimento dos tecidos socio-afetivos; corpos considerados inimigos precisam ser humanizados. Madalena, a personagem ausente que guia o filme, é uma travesti que foi assassinada em uma plantação de soja de uma cidade, inspirada no lugar onde cresci. Os personagens se mostram incapazes de agir diante de sua morte, com a exceção de Bianca, também ela, uma pessoa trans. O luto de Bianca se manifesta como resistência, se afirmando pela alegria como potência de vida. A afirmação da vida diante da tragédia é o meu testemunho empático sobre vidas e corpos que merecem existir. O poder opressor requer corpos tristes. A alegria é a maior resistência possível.

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